terça-feira, 15 de julho de 2014

Recrutamento politicamento correto e seleção pela diversidade

Sim, isso já existe. Algumas empresas (ainda bem que são algumas), sobretudo as de grande e médio porte, alinhadas com a agenda esquerdista globalista do politicamente correto, adotaram políticas de diversidade (leia-se, "minorias oprimidas", tais como, gays, lésbicas, negros, índios de araque, ecologistas de ocasião, ativistas de toda sorte e que tais) no processo de recrutamento de candidatos.

Essa prática socialista surgida nos Estados Unidos na década de 60 há muitos anos foi jogada na lata do lixo (o lugar certo, de onde nunca deveria ter saído) por ser um grande fiasco, conforme nos comprovou com A+B, o renomado economista americano Thomas Sowell em seu livro de leitura imprescindível, diga-se de passagem, “Ação Afirmativa ao Redor do Mundo”. Sim, é um livro difícil de ler, repleto de números, estatísticas e detalhes, por isso os esquerdistas o ignoram.

No entanto, aqui em terra tupiniquim, os provincianos e rastaqueras (que se julgam moderninhos) profissionais de Recursos Humanos, como cães vira-latas, foram catar na lata de lixo americano essa prática maligna que mais atrapalha do que ajuda, pois ao privilegiar as ditas minorias, desprezam profissionais competentes independentes de suas condições, qualidades, atributos técnicos e expertise profissional.

Dia desses li um artigo de uma funcionária de empresa de grande porte, cujo cargo é “Líder de Diversidade”, não é lindo? O seu artigo escrito para um jornal de grande circulação é recheado de tantas abóboras que não resisti em comentar aqui alguns trechos. Vamos a eles:

“O primeiro passo para ganhar credibilidade nos programas de diversidade e inclusão nas corporações é entender a sua empresa, os seus valores e como sua cultura está conectada com os movimentos sociais. (grifo meu)”.

Como assim, “conectada com os movimento sociais”? Se isso significa compactuar e aceitar passeatas gays, marcha das vadias, quebra-quebra e vandalismo de black blocs, pode esperar sentada que em pé vai cansar. Empresas têm outras prioridades do que se conectar a movimentos sociais, entre elas, se preocupar com a concorrência e oferecer serviços e produtos de excelência para seus consumidores e clientes.

“Casamento homoafetivo e direitos adquiridos pela comunidade LGBT (grifo meu), flexibilidade com relação ao local e horário de trabalho, produção de itens e serviços socialmente responsáveis, desenvolvimento de aplicação de canais de denúncia de desvios e condutas antiéticas (grifo meu), mulheres em papéis de liderança e líderes cada vez mais jovens são alguns exemplos que podem indicar se você está no caminho certo na gestão do seu negócio” (grifo meu).

Aqui, tenho que ir por partes e tapar o nariz:

Mas que raios de direitos adquiridos pela comunidade LGBT essa senhora está se referindo? Ler a Constituição Federal/88 de vez em quando faz bem, então vamos conferir o que diz o artigo 5º da Carta Magna: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”. Então, porque a comunidade LGTB teria direitos mais do que “todos”, sobretudo no ambiente corporativo?

“Desenvolvimento de canais de denúncia”? Que canais seriam esses? Isso ela não deixou claro, mas boa coisa é que não deve ser e até imagino o que seja. Portanto, eis aqui uma funcionária de empresa privada com mentalidade rasa de estatólatra. Para o estatólatra a palavra denúncia é repetida 999 vezes por dia mais 999 vezes enquanto dorme. A delação, ou melhor, a alcaguetomania é o fio de conduta para gente dessa estirpe.

“São alguns exemplos que podem indicar se você está no caminho certo na gestão do seu negócio”. Nota-se que ela gosta de cagar regras, pois o seu negócio está no caminho certo se, somente estiver alinhado e em sintonia com essa agenda tacanha, caso contrário, só poderá estar no caminho errado, pois vejamos o que ela diz a seguir:

“Não estar atento a estas realidades e não dar início aos debates sobre temas atuais como estes é fadar sua organização e sua liderança ao enfraquecimento e, consequentemente à perda de seus talentos”.

Ou seja: Ex variis, non est sallus. Fora da diversidade não há salvação!

“Uma das iniciativas mais marcantes entre ações afirmativas de inclusão é a discussão antibullying.....”

Errado, o economista americano Thomas Sowell já provou que não. Essa senhora está pelo menos 10 anos desatualizada sobre os efeitos pífios e nefastos das ações afirmativas ao redor do mundo.

“Sem nos atrevermos a enfrentar o novo, nenhuma mudança será possível acontecer”.

Mas que “novo” essa senhora se refere? Mudança? Mudar o que e para que? Só pra dizer que mudou? No fim, é a mesma retórica esquerdista vazia, ou seja, a mudança pela mudança, receita já bem conhecida que sabemos de onde vem: da velha cartilha marxista que prega a luta de classes, ou seja, dividir para conquistar, jogar um contra o outro.

Ora, dentre os profissionais que atuam em diversos setores e departamentos de uma empresa, podemos encontrar uma variedade de indivíduos que podem ou não serem gays, lésbicas, negros, índios, etc., pois isso não tem a menor importância. As pessoas são recrutadas pelos seus méritos (mérito é a palavra que causa arrepios e alergia nos esquerdistas), talentos e competências profissionais independente de suas preferências e opções sexuais, cor, altura, idade, etc. Portanto essa diversidade já existe naturalmente, lembrando novamente o artigo 5º da Carta Magna, “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”.

Submeter e focar o processo de recrutamento e seleção baseado em inclusão de minorias privilegiadas (que, diga-se de passagem, já comprovadamente, aonde foi aplicada só gerou animosidade e ineficácia) só pode surgir de mentes doentias de esquerdistas psicopatas, como é o caso dessa senhora, “líder de diversidade” do citado artigo. Diversidade essa, seria o recrutamento e seleção privilegiando a veadagem. Ora, faça-me o favor!

E qual o motivo de algumas empresas adotarem essas políticas doentias de ações afirmativas, ou melhor, dizendo, se alinharem com essa agenda socialista politicamente correta? Já tratei desse assunto em outras postagens, como por exemplo aqui e aqui. Mas deixo aqui a sugestão de três livros obrigatórios que podem trazer muita luz e esclarecimentos sobre os fatos: "Ação Afirmativa ao Redor do Mundo: Um Estudo Empírico", de Thomas Sowell, "Maquiavel Pedagogo", de Pascal Bernardin e Ponerologia:Psicopatas no Poder, do Dr. Andrew Lobaczewski. Os fatos estão aí, só não vê e não entende quem não quer ou está mal, muito mal intencionado.

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